Muito tempo de exercicio de política neoliberal no continente americano compromenteu as soberanias nacionais; debilitou a democracia e autonomia das nações; aumentou as dívidas e a dependência do fluxo de capital especulativo, ou seja, aquele que não tem origem em vendas de produtos ou prestação de serviços; estagnou a economia; e ampliou a miséria e a exclusão social; e prejudicou o desenvolvimento sustentável e justo.
Muitas promessas de redenção democrática, que haviam sido feitas e não foram cumpridas, substituíram as ilusões do neoliberalismo por um sentimento crítico e uma consciência clara sobre a incapacidade do capitalismo neoliberal, de resolver as necessidades básicas da população. A crise da supremacia do neoliberalismo foi confirmado depois do fracasso das fórmulas de ajustes em alguns países, como na Argentina em 1990 que ansiava pela mudança e superação do modelo.
Diante disso, aumentaram as formas sociais de representação institucional em redes e campanhas da sociedade civil revolucionárias. Os reflexos foram muitos, exemplo foi a recusa do projeto ALCA e as conquistas eleitorais progressistas em países como Brasil, venezuela, Uruguai e Argentina. Isso abre perspectivas para implementação de projetos nacionais e solidários entre as nações, como por exemplo a ALBA (alternativa Bolivariana para as Américas) que além de se contrapor a ALCA, nasce para resolver questões de saúde, educação, abastecimento e energia. E cria assim uma imagem de generozidade e humanitarismo.
Todas as iniciativas de integração e revolução tem grande importância para o cenário geopolítico na América Latina, enquanto estratégias de superação do neoliberalismo, que está passando por uma crise de hegemonia.
Isso requer uma integração dos governantes, parlamentares, da sociedade civil, partidos políticos e todos os movimentos sociais para que haja resultados produtivos e avanços na política e economia na América Latina.
Tudo isso favorece criações de paradigmas pós-neoliberais e anti-imperialistas.
Muitas promessas de redenção democrática, que haviam sido feitas e não foram cumpridas, substituíram as ilusões do neoliberalismo por um sentimento crítico e uma consciência clara sobre a incapacidade do capitalismo neoliberal, de resolver as necessidades básicas da população. A crise da supremacia do neoliberalismo foi confirmado depois do fracasso das fórmulas de ajustes em alguns países, como na Argentina em 1990 que ansiava pela mudança e superação do modelo.
Diante disso, aumentaram as formas sociais de representação institucional em redes e campanhas da sociedade civil revolucionárias. Os reflexos foram muitos, exemplo foi a recusa do projeto ALCA e as conquistas eleitorais progressistas em países como Brasil, venezuela, Uruguai e Argentina. Isso abre perspectivas para implementação de projetos nacionais e solidários entre as nações, como por exemplo a ALBA (alternativa Bolivariana para as Américas) que além de se contrapor a ALCA, nasce para resolver questões de saúde, educação, abastecimento e energia. E cria assim uma imagem de generozidade e humanitarismo.
Todas as iniciativas de integração e revolução tem grande importância para o cenário geopolítico na América Latina, enquanto estratégias de superação do neoliberalismo, que está passando por uma crise de hegemonia.
Isso requer uma integração dos governantes, parlamentares, da sociedade civil, partidos políticos e todos os movimentos sociais para que haja resultados produtivos e avanços na política e economia na América Latina.
Tudo isso favorece criações de paradigmas pós-neoliberais e anti-imperialistas.
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